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Vice de Marina diz que propriedade de aeronave não é problema do PSB

A propriedade da aeronave Cessna prefixo PR-AFA que caiu com Eduardo Campos ganhou destaque no primeiro dia de campanha da candidata à Presidência Marina Silva (PSB). Vice na chapa e líder do PSB na Câmara dos Deputados, Beto Albuquerque disse, neste sábado, que o assunto não é problema da chapa e voltou a pedir justiça e cobrar esclarecimentos sobre as causas do acidente que levou à morte sete pessoas.
“Quem comprou, quem vendeu não é problema nosso, mas dos proprietários da aeronave. O que queremos saber é o que ainda não foi explicado: como caiu esse avião que matou o nosso líder e como não tinha nada gravado na caixa preta”, declarou Albuquerque, sob gritos de “sabotagem”, por centenas de militantes.

TSE impede Aécio de usar mesmo slogan da campanha do tribunal

vemprarua
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Tarcísio Vieira determinou neste sábado (23), em decisão liminar, que a campanha do candidato à Presidência da República Aécio Neves (PSDB) deixe de utilizar o slogan “vem pra urna” em suas peças publicitárias. A frase é a mesma utilizada na propaganda institucional do tribunal.
A decisão do ministro Vieira atende a uma representação feita pela coligação Com a Força do Povo, da presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição. Os advogados da campanha petistas alegam que Aécio utilizou o hashtag “#vempraurna” no seu site oficial e em seu perfil no Facebook com a intenção de provocar “confusão mental no eleitor”.

Marina deve explicar o caso do uso do avião, diz Aécio

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Passado o susto inicial com a mudança de rumos da disputa presidencial, o candidato do PSDB, Aécio Neves mostrou neste sábado que não assistirá calado ao crescimento da candidata do PSB, Marina Silva, sem alertar para o risco de uma escolha emocional no momento de crise que o Brasil atravessa.
Mesmo com o cuidado de não atacar a herdeira de Eduardo Campos, ele iniciou a polarização em um grande ato político que reuniu todas as lideranças aliadas do Nordeste em Salvador para o lançamento de seu plano de recuperação da região. No discurso, o tucano contrapôs o perfil apolítico de Marina e o “sonho” dos marineiros com a “realidade”.
Aécio também disse que, assim como teve que responder a questionamentos sobre a construção do aeroporto de Cláudio, se questionada, Marina Silva, deve estar preparada para responder sobre o ainda mal explicado caso do jatinho usado em sua campanha com Eduardo Campos, quando vivo. A suspeita é que o avião cedido para a campanha, sem registro no Tribunal Superior Eleitoral, pertença a usineiros. Perguntada hoje sobre o assunto, Marina não respondeu.

No Templo de Edir Macedo, fiéis são revistados antes de entrar

templo universal
O Templo de Salomão (ou de Edir Macedo) abriu nesta sexta-feira pela primeira vez suas portas ao público. Um forte esquema de segurança foi montado para não deixar ninguém entrar na nave principal, onde ocorrem os cultos, com celulares ou máquinas fotográficas. Com 126 metros de comprimento e 104 metros de largura, dimensões que superam as medidas de um campo de futebol oficial, o templo construído pela Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) virou uma atração turística no Brás, na Região Central de São Paulo.
O Globo revelou que para conseguir ultrapassar as grades e conhecer os mais de 100 mil metros de área construída com pedras importadas de Israel, oliveiras uruguaias e muitos objetos dourados, é necessário fazer um cadastro no bando de dados da Universal e conseguir uma credencial. Antes de qualquer passeio, todos sempre acompanhados por pastores e seguranças particulares, é necessário passar por uma revista. Na área externa é permitido fotografar. Dentro das construções, não.

53% dos impostos são pagos pelos que ganham menos

dinheiro (2)Os brasileiros com renda até três salários mínimos mensais contribuem com a maior fatia dos impostos pagos no país, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). De acordo com a pesquisa, essa parcela da população paga 53,79% do total de impostos arrecadados. O grupo, no entanto, representa 79% do total de brasileiros.
Nos demais grupos avaliados pelo IBPT, a participação no total da população é menor que a participação no total de impostos arrecadados. Os 7,6% cujo rendimento mensal fica entre cinco e dez salários mínimos pagam 16% dos impostos arrecadados, enquanto 20 milhões de pessoas (10,14%) que recebem de três a cinco salários mínimos são responsáveis por 12,5% do total de tributos.
Já as pessoas cuja renda supera 20 salários mínimos correspondem a 0,84% da população brasileira e geram R$ 73 bilhões do montante total, equivalentes a 7,3% da arrecadação. Ao considerar os grupos de consumo, o IBPT aponta que os gastos com habitação geram 42,43% do montante arrecadado aos cofres públicos, seguidos por transporte (23,81%), alimentação (14,73%) e vestuário (5,34%).

Dorjival Silva é candidato ao cargo de deputado estadual de Mato Grosso


Natural do município de Patu, Rio Grande do Norte, Dorjival da Silva nasceu em 1965, é graduado nos cursos de Teologia e Pedagogia e jornalista profissional desde 1990. Iniciou sua carreira política em 2008 quando se tornou presidente municipal de uma legenda no município de Tangará da Serra – MT. 

Em 2010, disputou pela primeira vez um cargo eletivo se candidando a uma vaga na Câmara dos Deputados. Desde então, trazia a ideia de novamente disputar uma eleição.

Filiado e presidente (licenciado) do Partido Democrático Trabalhista no município de Brasnorte desde 2013, teve seu nome aprovado em convenção estadual da legenda realizada no dia 27 de junho para disputar uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dorjival Silva, profissional de comunicação e da educação é casado com a bióloga Franciele Caroline Silva há 13 anos e pai de Susan Carlos Silva e Sofia Katarine de Silva.



SAIBA MAIS SOBRE DORJIVAL SILVA ACESSANDO O LINK:http://www.eleicoes2014.com.br/dorjival-silva/

Dorjival Silva quer ser mediador dos conflitos entre indígenas e agricultores do noroeste mato-grossense



Dorjival Silva é candidato a deputado estadual pela
região noroeste de Mato Grosso
Na região noroeste de Mato Grosso há um preocupante conflito entre alguns povos indígenas que lutam pela demarcação e ampliação de suas terras e fazendeiros que se tornaram proprietários de extensas áreas rurais garantindo que pelo tempo que atuam e produzem nas propriedades não concordam em hipótese alguma com o que pleiteia a Funai com apoio de ONGs.

"Compreendo que esse assunto está mais para ser resolvido na alçada federal. Entretanto, como deputado estadual eleito por essa região, serei um braço forte junto aos poderes lutando para que esse assunto, mais cedo ou mais tarde, se encerre de forma feliz para os dois lados", garante Dorjival Silva.

"Minha opinião é que os povos indígenas tenham o que lhes é de direito, todavia, sem prejudicar em absolutamente nada quem há décadas vem produzindo e gerando riquezas em suas propriedades rurais", completa.

O deputado Dorjival Silva, como morador do noroeste de MT, torce pelo avanço ordenado e responsável da agricultura e pecuária na região como forma de contribuir com o desenvolvimento dos municípios e suas populações.


"Fazendeiros, proprietários rurais, pequenos agricultores, homem e mulher do campo, o deputado estadual Dorjival Silva será um grande parceiro de todos vocês. Acredite nisso e vote com Coragem e Atitude Pra Mudar – no deputado do campo e da cidade 12.221", diz o candidato.

Assessoria de Imprensa

Juiz eleitoral pede certidões sobre processos de Riva

O juiz Agamenon Alcântara Moreno, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), determinou que o Tribunal de Justiça de Mato Grosso encaminhe certidão sobre os andamentos processuais referente a quatro ações em que o deputado José Riva (PSD) é réu.

A medida foi tomada nesta quinta-feira (24), com base a um pedido do Ministério Público Eleitoral, que propôs a impugnação do registro de candidatura de Riva.

Um dos processos que serão enviados ao juiz do TRE diz respeito a uma condenação por atos de improbidade administrativa. O julgamento foi feito pela Quarta Câmara Cível do Tribunal de Justiça, por suposta emissão irregular de cheques na Assembleia Legislativa. 

De acordo com o Ministério Público, responsável pela ação, a Assembleia pagou por serviços a uma empresa inexistente.

Além de Riva, o conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Humberto Bosaipo, também foi condenado a ressarcimento de danos ao erário.

Com a decisão do colegiado, Riva foi afastado da Mesa Diretora da Assembleia, em 2013.

Impugnação

O Ministério Público Eleitoral, por meio do procurador Douglas Guilherme Fernandes, foi o responsável por propor a impugnação do registro de Riva. Ele citou quatro decisões judiciais colegiadas de condenação, pela prática de atos dolosos de improbidade administrativa, que teriam causado “lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito”.

O mesmo motivo foi alegado pelo candidato a governador Pedro Taques (PDT), que também propôs a impugnação de Riva.

A validade do registro da candidatura do candidato deverá ser decidida até o dia 21 de agosto, segundo calendário da Justiça Eleitoral. 

Este é o prazo para que todos os recursos sobre pedido de registro de candidatos deverão estar julgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e as decisões publicadas.Mídia News

Júlio Campos minimiza recuo de irmão e diz que não há mágoa

"A renúncia de uma candidatura ao Senado é que nem velório: vem a tristeza dos primeiros dias, depois a Missa de Sétimo Dia, mas, em seguida, é bola pra frente; a vida continua".
A comparação foi feita pelo deputado federal cassado Júlio Campos, presidente regional do DEM, ao falar sobre a decisão de seu irmão, o senador Jaime Campos, de desistir de tentar a reeleição na chapa do candidato Pedro Taques (PDT), que disputa o Governo.
"Não há dificuldade. Tudo está em paz, não há nenhuma mágoa, ou mal-querência. O Jaime disse que continua disposto e vai apoiar candidatura do Taques a governador"
Júlio minimizou o impacto do recuo do irmão, e disse que a situação será resolvida em breve. "Na segunda-feira (28) faremos uma reunião da comissão executiva, e  mais lideranças expressivas do partido, para definir o caminho a seguir", disse.
"Se houver, no DEM, alguém com perfil para disputar, com condições políticas e financeiras, iremos submeter esse nome. Caso não haja, iremos comunicar aos partidos que o DEM não tem mais interesse em usar a prerrogativa da lei para essa definição", afirmou.
Segundo ele, no final da tarde da segunda-feira a definição será feita.
"Conversei com o Pedro Taques que nos pediu que a solução seja breve. É claro que será, porque é muito ruim para um candidato ao Governo fazer campanha com a chapa incompleta", disse.
Nomes e preferências
Júlio Campos disse que há pessoas com perfil adequado no DEM para ocupar a vaga.
"O ex-prefeito de Alto Garças, Roland Trentini, que é empresário do agronegócio, um homem muito rico, tem condições. Há também o professor universitário Leôncio Pinheiro, irmão do senador Jonas Pinheiro", disse
Fora do DEM, ele disse que a preferência é pelo deputado federal Nilson Leitão (PSDB), pois "ele daria representação à candidatura do presidenciável Aécio Neves".

"O ex-prefeito Roland Trentini, um homem muito rico, tem condições. Há também o professor universitário Leôncio Pinheiro, irmão do senador Jonas Pinheiro"
Em seguida, a preferência, segundo ele, é da deputada estadual Luciane Bezerra (PSB), que era suplente de Jaime.
"Temos simpatia pelos dois, mas pode ser outro nome, o próprio Eraí Maggi seria interessante... Mas não tem restrição a ninguém", disse.
Sem mágoas
Ao MidiaNews, Júlio disse que não ficou magoado com a renúncia do irmão.
"Mas todo o partido ficou ressentido, é óbvio. Mas é algo passageiro, temos uma  coligação firmada, e na próxima semana a campanha tem que voltar ao seu leito normal", disse.
Ele poupou o Taques e o prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB) de responsabilidade sobre o recuo de Jaime.
"Alguns fatores atrapalharam o entrosamento e bom relacionamento. Mas não há dificuldade. Tudo está em paz, não há nenhuma mágoa, ou malquerência. O Jaime disse que continua disposto e vai apoiar candidatura do Taques a governador", afirmou.

Para ele, há tempo suficiente de recuperar a campanha, "Estamos só no início. Isso não trará prejuizo. Seria ruim se tivesse acontecido daqui a um mês", afirmou. Mídia News

Entenda a diferença entre votos branco e nulo

Muito se fala sobre votos brancos e nulos e quais seriam suas utilidades para o quadro geral das Eleições. Para entender melhor essas duas opções dos eleitores é também preciso desvendar o sistema eleitoral brasileiro.
Voto nulo
O voto nulo é considerado, no sistema de urnas eletrônicas, quando o eleitor digita e confirma um número que não corresponde a nenhum candidato ou partido político oficialmente registrados. Esses votos representam a vontade do eleitor de anular seu voto.
Segundo informações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) votos nulos são como se não existissem: não são válidos para fim algum e não determinam o quociente eleitoral.
Este voto só é registrado para fins de estatísticas e não é considerado um voto válido.
Voto em Branco
Desde a introdução do voto proporcional no Brasil – utilizado para eleger, deputados federais e estaduais e vereadores – o voto em branco era considerado, pelo Código Eleitoral de 1932, como incluído no calculo do quociente eleitoral (veja o vídeo explicativo).
 
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